A Polícia Civil concluiu, na segunda-feira (17), inquérito sobre a morte de Maria Laura, de 5 anos, durante um atendimento em um ambulatório de Guapó. Conforme a corporação, a equipe médica agiu dentro de todos os protocolos estabelecidos pelo SUS. “Não foram encontrados indícios de falhas, morosidades ou negligências por parte dos servidores municipais de saúde naquela situação.”
Ainda segundo a corporação, o Instituto Médico Legal concluiu que morte da criança se deu por “causas naturais”, devido a “processo infeccioso (pneumonia), que evoluiu com sepse e coagulação intravascular disseminada”.
A morte aconteceu em 21 de agosto de 2024 e, na época, a família denunciou negligência. Segundo parentes da garota, ele foi quatro vezes em dois dias ao ambulatório.
A família afirmou que a equipe do ambulatório não informou qual medicamento seria aplicado e que eles não tiveram acesso ao prontuário ou receita. Além disso, disseram que Maria Laura nunca teve reações alérgicas a medicamentos, e que a médica havia perguntado sobre isso antes da aplicação.
Após a injeção, a criança foi liberada e voltou para casa. Cerca de meia hora depois, a garota começou a apresentar erupções na pele e a perna ficou roxa. A mãe a levou rapidamente de volta ao ambulatório.
Ao retornar, Maria Laura foi internada, e a equipe colocou um aparelho de oxigênio para ajudá-la a respirar. Segundo a tia, os médicos solicitaram a transferência da menina para um hospital em Goiânia.