O vereador Wagner Cigano se despediu na tarde desta terça-feira, 17 de outubro, da bancada do prefeito Leonardo Menezes, cujo ocupava há vários meses. O anúncio foi feito usando a bancada da Câmara Municipal de Goianésia, onde o vereador anunciou o desligamento da base do prefeito, e afirmou não tecer nenhuma crítica à Leonardo Menezes. Em sua fala o vereador disse que se for preciso, vai vender bala e dirigir carro de aplicativo para não mandar embora os colaboradores da horta comunitária cujo vereador lidera.
Em sua fala Cigano mostrou transparência e demonstrou tranquilidade: “Não sou caititu pra andar em bando, eu sou ovelha, e a ovelha conhece a voz do seu pastor, e eu estou aqui pra fazer a vontade de Jesus. Morro como um homem, mas não se esqueçam que até no lixão nasce flor, e no projeto horta unida dos Ipês, nascem alimentos para matar a fome daqueles que vão ao nosso projeto”, disse o vereador.
Em sua fala, Wagner ainda lembrou episódios passados relacionados à política, e enfatizou: “Carregamos foi água, paramos trânsito, e se alguém achar que estou mentindo, que use a tribuna e me desminta. Se vocês acharem que eu vou criticar e descer a madeira, não, eu não vou fazer isso não, porque eu tenho gratidão”, disse.
O vereador Ariosvaldo Gomes, base de Leonardo Menezes na Câmara Municipal usou a palavra e se referiu ao vereador Wagner Cigano, em resposta ao ofício de pedido de desligamento, recebido durante a sessão: “Me abstenho de fazer qualquer comentário sobre a solicitação do vereador Wagner Cigano de deixar o grupo de sustentação do prefeito. Quando a pessoa alega foro íntimo, é íntimo, é dele, e eu não vou aqui discutir desarranjos políticos, acontece, é normal”, disse.